Compare sistemas tradicionais e a Conduit em pagamentos cross-border e descubra como as stablecoins estão transformando esse mercado.






A tecnologia de stablecoins está remodelando os pagamentos internacionais. O setor atingiu USD 300 bilhões em capitalização em 2025 e há grande expectativa de crescimento nos próximos anos. Os pagamentos B2B estão entre os principais casos de uso das stablecoins e registraram um crescimento de mais de 50 vezes no volume de transações entre 2023 e 2025.
Essa ascensão reflete a necessidade de uma transformação nos pagamentos internacionais, que majoritariamente operam por sistemas bancários tradicionais, como o SWIFT (Society for Worldwide Interbank Financial Telecommunication), e ainda enfrentam muitos gargalos.
Estes sistemas foram criados há décadas, e no seu tempo tiveram um papel muito importante na viabilização das transações internacionais. Hoje, com todos os adventos dos pagamentos instantâneos, serviços financeiros mais rápidos e acessíveis localmente, esta infraestrutura fragmentada se mostra ultrapassada e o mercado exige evolução.
Novas tecnologias e investimentos vêm sendo realizados para a modernização das infraestruturas de pagamentos cross-border. Segundo um relatório recente do J.P. Morgan, os pagamentos cross-border continuam crescendo apesar do cenário de incerteza macroeconômica, passando de US$ 194,6 trilhões em 2024 para uma projeção de US$ 320 trilhões até 2032.
Nesse contexto, as stablecoins ganharam grande protagonismo nos últimos anos, trazendo uma infraestrutura que promete resolver os gargalos das transações via sistemas legados.
A Conduit aparece na vanguarda desse segmento de pagamentos por stablecoins ao oferecer uma alternativa aos sistemas tradicionais capaz de integrar-se diretamente aos trilhos financeiros locais em todo o mundo, removendo inúmeras camadas de intermediários e correspondentes, e otimizando as transações até mesmo em corredores usualmente complexos como América Latina, África e Ásia.
Neste artigo, vamos explorar a fundo por que os bancos tradicionais estão perdendo espaço para estas soluções baseadas em stablecoins, destacar as principais diferenças entre esses dois modelos e examinar como a Conduit se posiciona nesse cenário para atender às necessidades de pagamentos corporativos internacionais.
Os bancos tradicionais estão perdendo terreno para alternativas mais digitais porque seus sistemas não vêm atendendo bem às necessidades do mercado, e isso se deve principalmente à sua estrutura fragmentada. Com um comércio internacional cada vez mais conectado e sem fronteiras, e com os avanços das soluções de pagamento locais, usuários hoje esperam ferramentas mais rápidas, acessíveis e menos burocráticas.
Os sistemas legados enfrentam três grandes desafios que levam clientes a buscar outras soluções.
O maior problema do sistema bancário tradicional é o tempo necessário para concluir transações. Transferências podem levar dias ou até semanas para serem concluídas, mesmo quando os bancos afirmam oferecer um processamento mais rápido.
A causa raiz está na própria estrutura dos sistemas legados. Muitos bancos ainda utilizam processamento em lote, em vez de liquidação imediata, com múltiplos intermediários e correspondentes participando das operações até a chegada dos fundos na conta de destino.
Cada participante tem os seus próprios processos, que em muitos casos são pouco automatizados, o que impacta no tempo de conclusão das transações. Além disso, esses participantes não costumam operar em fins de semana e feriados, o que faz com que clientes esperem mais do que deveriam para concluir uma simples transferência de recursos.
Os custos bancários se acumulam por meio de diversas cobranças:
Esses custos se acumulam rapidamente e são difíceis de prever, o que torna este um desafio recorrente para empresas que realizam transferências internacionais, com impactos diretos na liquidez dos negócios.
Os problemas de transparência do sistema bancário tradicional talvez sejam os mais delicados. Informações de pagamento frequentemente se perdem ao longo do processo, e não há visibilidade clara sobre a jornada da transferência. A maioria das empresas e consumidores não sabe exatamente quando o pagamento chegará ou quais tarifas serão cobradas. Isso dificulta o rastreamento dos pagamentos e a identificação de atrasos.
Empresas enfrentam desafios na contabilidade, na gestão de fluxo de caixa e até mesmo no relacionamento com parceiros comerciais e fornecedores. A confiança pode ser afetada quando o destinatário recebe menos do que o esperado devido a tarifas ocultas.
A Conduit vem revolucionando os pagamentos internacionais ao resolver os desafios citados por meio de sua infraestrutura baseada em stablecoins. A empresa construiu uma solução que se integra perfeitamente a redes blockchain e ao sistema bancário tradicional.
É importante ressaltar que a infraestrutura de stablecoins não substitui os sistemas legados, mas oferece uma camada tecnológica resiliente que acaba com a fragmentação dos sistemas legados e seu modelo de múltiplos intermediários. Ela se integra diretamente com as redes de pagamentos instantâneos locais por meio da integração da Conduit com mais de 20 bancos mundialmente. Veja outros pontos que fazem a infraestrutura de stablecoins da Conduit se destacar em relação aos sistemas legados:
A Conduit cria conexões eficientes entre o sistema financeiro tradicional e ativos digitais por meio de tecnologia de on/off-ramp. Empresas podem converter moedas fiduciárias em stablecoins e vice-versa, com conexões diretas com sistemas de pagamento de diversos países, permitindo transações account-to-account (A2A) de forma mais eficiente.
Diferentemente das mesas de câmbio tradicionais, a Conduit executa conversões de moeda on-chain por meio de contratos inteligentes e algoritmos. Esse método oferece taxas competitivas de forma consistente, sem o custo operacional de intermediários humanos. Todo o processo, desde a iniciação do pagamento em um país até a entrega final em outro, leva alguns minutos para ser concluído, eliminando os longos prazos do sistema bancário correspondente.
Empresas recebem cotações exatas antes de iniciar as transações, com todas as tarifas descritas de forma transparente. Essa clareza elimina a incerteza comum em transferências internacionais tradicionais, nas quais o custo final só é conhecido ao término da operação.
A infraestrutura de stablecoins da Conduit atua como uma camada de liquidação comum que conecta redes de pagamento antes isoladas. Elas também ajudam a destravar corredores historicamente ineficientes, como China, América Latina e África, onde a liquidação pode levar semanas por falta de liquidez e excesso de intermediários.
Ao integrar sistemas bancários locais, redes de pagamento instantâneas e blockchains, a Conduit reduz a dependência de múltiplos intermediários e simplifica fluxos cross-border, especialmente em corredores tradicionalmente complexos.
Alguns provedores de pagamento exigem a manutenção de contas pré-financiadas em diferentes países, gerando altos custos operacionais. A Conduit adota uma abordagem diferente, liquidando em tempo real conforme a demanda. Isso elimina a necessidade de manter capital distribuído em múltiplas moedas e jurisdições, permitindo que as empresas utilizem seus recursos de forma mais eficiente.
Empresas de diversos setores estão adotando soluções baseadas em stablecoins para otimizar as transações internacionais que fazem parte de sua rotina operacional. A seguir, citamos alguns exemplos de como a Conduit gera vantagens em cenários específicos.
Redução do risco cambial ao utilizar stablecoins como camada de liquidação, protegendo margens e garantindo transações mais rápidas e transparentes.
Uso de stablecoins para escalar operações cross-border com maior eficiência, integrando múltiplos mercados sem a complexidade do modelo bancário tradicional.
Centralização e otimização da liquidez, com maior visibilidade de fluxos em múltiplas moedas e menor necessidade de capital pré-alocado.
Envio de pagamentos internacionais de forma mais rápida e previsível, reduzindo custos, prazos de liquidação e dependência de intermediários.
O cenário de pagamentos com stablecoins apresenta oportunidades e desafios à medida que o ecossistema cresce rapidamente. O mercado já atingiu USD 300 bilhões em capitalização em 2025 e alguns especialistas apontam que chegará a USD 1 trilhão ainda em 2026.
À medida que o arcabouço regulatório avança globalmente, com a maior integração dos Provedores de Serviços de Ativos Virtuais (VASPs) ao sistema financeiro tradicional e uma crescente convergência entre tecnologias existentes e emergentes, espera-se que as stablecoins passem a ocupar um papel cada vez mais relevante nos pagamentos cross-border.
O GENIUS Act, de julho de 2025, estabelece o primeiro marco regulatório detalhado dos EUA e está estimulando o desenvolvimento e introdução dos ativos digitais em diversos países do mundo. Ele prevê a exigência de licenciamento, lastro integral em ativos de alta liquidez, padrões robustos de governança e conformidade com regras de prevenção à lavagem de dinheiro.
A lei deve entrar em vigor entre o final de 2026 e o início de 2027 e promove maior clareza regulatória para emissores e participantes da infraestrutura de pagamentos baseada em stablecoins. Esse avanço tende a reduzir incertezas jurídicas, fortalecer padrões de governança e ampliar a confiança institucional no uso de stablecoins para pagamentos e liquidação cross-border.
Empresas como a Conduit, que já atendem a requisitos rigorosos de compliance, gestão de riscos e governança, estarão em uma posição mais favorável para obter as licenças previstas no GENIUS Act quando ele se tornar efetivo, reforçando sua posição competitiva em um setor altamente dinâmico.
O cenário para 2026 é claro: a tecnologia de stablecoins continuará a transformar os sistemas tradicionais de pagamentos internacionais. Por meio deste comparativo, fica claro que os bancos tradicionais não conseguem competir com a velocidade, eficiência de custos e transparência oferecidas por infraestruturas como as da Conduit. Enquanto bancos processam transações em dias e cobram tarifas elevadas, a Conduit conclui transferências em minutos por uma fração do custo, se mostrando como uma melhor alternativa para operações cross-border.
Os dados de crescimento do mercado de pagamentos por stablecoins falam por si, já que empresas de todos os tamanhos perceberam os benefícios para pagar fornecedores globais, proteger riscos cambiais, integrar plataformas de fintechs ou otimizar operações de tesouraria.
A cada ano, a tecnologia blockchain amplia sua vantagem sobre sistemas legados. Empresas que continuarem dependentes apenas de bancos tradicionais para transferências internacionais ficarão para trás em 2026 e terão margens mais comprometidas. O futuro pertence àquelas que adotam novas abordagens baseadas em velocidade, transparência e eficiência – e a Conduit está pronta para liderar essa mudança.